quinta-feira, 28 de julho de 2011

"...COISAS QUE EU SEI
EU ADIVINHO SEM NINGUÉM
TER ME CONTADO..."

sexta-feira, 15 de julho de 2011

"Desejo que você tenha a quem amar e quando estiver bem cansado exista amor pra recomeçar..."

segunda-feira, 16 de maio de 2011

"Deixe que diga, que pense, que fale.
Deixe isso pra lá, vem pra cá,
O que é que tem?..."
Love is in the air.....H S2 R
"... a gente leva da vida a vida que a gente leva."
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Meu amor me deixou
Levou minha identidade
Não sei mais bem onde estou
Nem onde há realidade...

Ah, se eu fosse marinheiro
Era eu quem tinha partido
Mas meu coração ligeiro
Não se teria partido...

Ou se partisse colava
Com cola de maresia
Eu amava e desamava
Sem peso e com poesia...

Ah, se eu fosse marinheiro
Seria dôce meu lar
Não só o Rio de Janeiro
A imensidão e o mar...

Leste, Oeste, Norte, Sul
Onde o homem se situa
Quando o sol sobre o azul
Ou quando no mar há a lua...

Não buscaria conforto
Nem juntaria dinheiro
Um amor em cada porto
Ah, se eu fosse marinheiro
Não pensaria em dinheiro
Um amor em cada porto
Ah! se eu fosse marinheiro...

(Maresia-Adriana Calcanhoto)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé

São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.

(Águas de Março-Tom Jobim)

"O meu pai era paulista,
meu avô, pernambucano
o meu bisavô, mineiro
meu tataravô, baiano..."
(Chico Buarque em Paratodos)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

"Ah, o amor...que nasce não sei onde, vem não sei como e dói não sei porque..."

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

"Cada um pode com a força que tem na leveza e na doçura de ser feliz!"
"Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Verruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem
Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem
Não livra ninguém
Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina
Ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem
Confessando bem
Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem
O padre também
Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem
Procurando bem
Todo mundo tem..."
(Chico Buarque)
Hoje me peguei cantarolando um trechinho da música de Chico Buarque(considero suas canções poemas musicados, assim como outros tantos como Ivan Lins, Milton Nascimento, Djavan, Jorge Vercilo, Los Hermanos e Roupa Nova) que há muito tempo não ouço, Samba do Grande Amor. Segue o trecho:
"...Hoje tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
quando aparece uma flor
e dou risada do grande amor.
-Mentira!"

"...o mundo vai girando cada vez mais veloz,
a gente espera do mundo
e o mundo espera de nós
um pouco mais de PACIÊNCIA..."
(Lenine)
"...pode ser que barco vire ou pode ser que não."
AnO NoVo, ViDa NoVa !